Programa Casa Verde e Amarela
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Programa Casa Verde e Amarela

Casa Verde e Amarela é um programa que reúne iniciativas habitacionais do governo federal para ampliar o estoque de moradias e atender as necessidades habitacionais da população. O Casa Verde e Amarela vem para substituir Minha Casa Minha Vida, e promete promover o desenvolvimento institucional de forma eficiente no setor de habitação e estimular a modernização do setor da construção e a inovação tecnológica.

As construtoras e imobiliárias estão se readaptando ao novo cenário, já que o Governo Federal vem realizando uma série de alterações em seus programas de habitação e nas regras para financiamentos. O Programa de habitação social do Governo Federal torna-se Programa “Casa Verde e Amarela” e está passando por reformulações para atender a novos públicos, promover melhorias, regularizar moradias e permitir a renegociação de dívidas dos mutuários da faixa 1 que não perderão mais seus imóveis.

As principais alterações estão centradas nas famílias com renda até R$ 2.600 mil que poderão dispor de um corte nos juros, de 0,25 ponto percentual e, para as famílias com renda em até R$ 4 mil, de 0,5 ponto percentual.


À primeira vista, a redução nos juros cobrados parece ínfima, contudo, representa um maior poder de compra para o consumidor, a possibilidade de que 350 mil novos empreendimentos sejam subsidiados até 2024 e geração de mais de 400 mil empregos.
Outra novidade está no processo de regularização fundiária que vai promover a adequação e melhorias em mais de 2 milhões de moradias. As famílias beneficiadas receberão auxílio do governo federal para melhorar as condições da moradia.

Antônio Barbosa destacou ainda o compromisso da empresa em continuar investindo maciçamente em novos empreendimentos que fortaleçam o acesso da população maranhense ao sonho de uma habitação própria. O investimento na construção civil terá papel de destaque na retomada do crescimento da economia e na geração de emprego e renda.


Custos de cartórios e ITBIA Caixa Econômica Federal anunciou que os custos cartoriais e o Imposto de Transferência de Bens Imóveis, o ITBI, deverão ser embutidos no valor do financiamento imobiliário. Levando em consideração o cenário do estado do Maranhão, o custo varia entre 2% e 5%, desde julho, o novo formato já está sendo testado e disponibilizado para o público para imóveis na faixa de R$ de 1,5 milhão, adquiridos através do FGTS ou da poupança.

Fonte: https://tnonline.uol.com.br/noticias

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